Control Resonant está muito maior e mais estranho; novo gameplay revela Manhattan, poderes e combate
Sequência de Control troca Jesse por Dylan Faden, deixa a Oldest House para trás e leva os poderes paranaturais às ruas de uma Manhattan completamente distorcida.
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Control Resonant está muito maior e mais estranho; novo gameplay revela Manhattan, poderes e combate
Control Resonant está a poucos dias do lançamento e acaba de ganhar uma das demonstrações mais detalhadas de sua jogabilidade até agora.
Um novo hands-on publicado nesta sexta-feira, 18 de setembro, revelou mais sobre a sequência desenvolvida pela Remedy Entertainment, incluindo exploração, combate, progressão e algumas das criaturas bizarras que aguardam os jogadores.
A principal mudança já começa pelo protagonista. Jesse Faden não está mais no centro da aventura. Desta vez, acompanhamos seu irmão, Dylan Faden.
E ele não ficará preso aos corredores da Oldest House: Control Resonant leva os fenômenos paranaturais para uma Manhattan completamente deformada.
Control Resonant troca Jesse por Dylan Faden
Dylan terá uma personalidade bastante diferente da irmã.
Depois de passar anos em coma e sob custódia do Federal Bureau of Control, o personagem é apresentado como alguém mais tímido e hesitante do que Jesse.
Essa diferença também aparece em pequenas interações durante a história.
Em determinados diálogos, o jogador poderá escolher algumas respostas de Dylan, ajudando a definir como ele reage a certas conversas.
Apesar da troca de protagonista, Jesse continua sendo extremamente importante para a narrativa.
Uma das linhas de missão permite justamente procurar por Jesse, enquanto Dylan tenta compreender o que está acontecendo ao seu redor.
Não jogou o primeiro Control? O jogo terá um resumo
A Remedy também parece estar tentando tornar Resonant mais acessível para novos jogadores.
Quem não terminou o primeiro Control poderá acompanhar um vídeo recapitulando os acontecimentos anteriores.
A própria Jesse é utilizada como ponto de vista para apresentar esse resumo.
Isso não significa que conhecer o primeiro jogo deixará de ser útil, principalmente por causa do universo, personagens e conceitos ligados ao FBC, mas reduz a barreira para quem pretende começar diretamente pela sequência.
Adeus, Oldest House: agora vamos explorar Manhattan
Talvez a maior mudança estrutural esteja no cenário.
O primeiro Control acontecia principalmente dentro da Oldest House, a sede brutalista e impossível do Federal Bureau of Control.
Resonant amplia drasticamente essa escala ao levar Dylan para uma Manhattan afetada por fenômenos paranaturais.
Prédios, ruas e até a própria gravidade podem ser distorcidos.
Em algumas áreas, partes inteiras da cidade aparecem dobradas umas sobre as outras, criando cenários que parecem desafiar completamente as regras normais de espaço.
Mas Control Resonant não é exatamente um mundo aberto
Apesar de Manhattan ser significativamente maior que a Oldest House, existe uma distinção importante.
Control Resonant não foi apresentado como um mundo aberto tradicional.
A estrutura utiliza áreas maiores e mais abertas, funcionando como diferentes zonas que podem ser exploradas pelo jogador.
Dentro delas existem missões principais, histórias secundárias, atividades e desafios opcionais.
O jogador também poderá definir qual missão deseja priorizar, incluindo avançar pela campanha, procurar Jesse ou explorar conteúdos paralelos.
Dylan é muito mais móvel que Jesse
A expansão dos cenários exigiu mudanças importantes na movimentação.
Dylan possui salto duplo, levitação e diferentes formas de dash aéreo, permitindo atravessar rapidamente as áreas maiores.
Também será possível desbloquear novas ferramentas de movimentação através das chamadas Jesse Quests.
Uma delas oferece o Reach, uma espécie de gancho que amplia ainda mais as possibilidades de deslocamento.
A combinação desses poderes permite alcançar telhados e atravessar partes verticalizadas de Manhattan com muito mais liberdade.
Combate agora está muito mais focado no corpo a corpo
Control ficou conhecido principalmente pela combinação entre poderes paranaturais e a Service Weapon de Jesse.
Resonant muda consideravelmente essa fórmula.
Dylan possui um estilo de combate muito mais orientado ao corpo a corpo, fazendo com que diversos confrontos aconteçam diretamente diante dos inimigos.
Desviar, executar combos e escolher corretamente o momento de atacar passam a ter ainda mais importância.
A telecinese e outros poderes continuam presentes, então ainda podemos esperar objetos sendo arremessados pelo cenário — afinal, seria difícil imaginar Control sem transformar praticamente qualquer coisa ao redor em uma arma.
Aberrant é uma arma que muda de forma
Dylan também possui sua própria arma especial: Aberrant.
Ela pode assumir diferentes formas e será uma das peças centrais do sistema de combate.
O jogador poderá utilizar diferentes configurações primárias e secundárias, criando combinações de acordo com seu estilo de jogo.
As formas da arma também podem receber melhorias e efeitos adicionais, incluindo propriedades relacionadas a queimadura e infecção.
Somando as diferentes formas, habilidades de combate e árvores de progressão, Resonant promete uma quantidade consideravelmente maior de possibilidades para personalizar Dylan.
Poderes também entram na construção da build
Além de Aberrant, Dylan poderá equipar diferentes Combat Abilities.
Entre os exemplos apresentados estão um escudo, uma rajada de projéteis e até um aliado formado a partir dos objetos encontrados no ambiente.
Essas habilidades consomem um recurso chamado Power.
Para recuperá-lo, o jogador é incentivado a continuar utilizando ataques corpo a corpo, criando uma relação entre agressividade, recursos e poderes paranaturais.
Os novos chefes são chamados de Resonants
Se Control já tinha algumas criaturas estranhas, a Remedy parece determinada a aumentar bastante o nível de bizarrice na sequência.
Entre os encontros mais importantes estão os chamados Resonants, criaturas frequentemente enormes e construídas a partir da estética surreal do universo.
Um dos exemplos descritos no hands-on é particularmente difícil de esquecer: um enorme rosto de boneca de porcelana que utiliza táxis e vigas para atacar Dylan.
E aparentemente nem todos os encontros seguirão o formato tradicional de “barra de vida + arena + chefe”.
Alguns Resonants poderão apresentar situações completamente diferentes, preservando o gosto da Remedy por quebrar expectativas.
Até missões secundárias parecem estranhas
Nem toda bizarrice estará ligada diretamente ao combate.
Existem pequenas missões opcionais relacionadas às memórias e pensamentos de infância de Dylan.
Em uma delas, o jogador precisa utilizar objetos encontrados no cenário para recriar um piquenique para gatos imaginado pelo personagem durante sua infância.
É exatamente o tipo de situação estranha e aparentemente banal que combina com o universo de Control.
Horror continua fazendo parte da experiência
O aumento da escala não significa que Control abandonará sua atmosfera inquietante.
O novo material descreve alucinações repentinas, aparições perturbadoras, mensagens do Board e inimigos capazes de deformar a realidade.
Até elementos aparentemente comuns de Manhattan, como táxis, podem se transformar em parte dos fenômenos paranaturais.
A arquitetura brutalista continua presente, mas agora se mistura a uma cidade muito maior e constantemente alterada.
Quando Control Resonant será lançado?
Control Resonant será lançado em 24 de setembro de 2026.
O jogo chega apenas seis dias depois deste novo hands-on, colocando a sequência da Remedy entre os grandes lançamentos da reta final de setembro.
Para quem não jogou o primeiro Control, o resumo integrado deve ajudar a compreender os principais acontecimentos antes de assumir o controle de Dylan.
Para quem já conhece a Oldest House, a grande pergunta agora é até onde a Remedy consegue levar aquela estranheza quando não está mais limitada às paredes do FBC.
O PatchNexo continuará acompanhando Control Resonant até o lançamento, incluindo avaliações, desempenho e recepção dos jogadores.
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Autoria editorial oficial do PatchNexo
Fundadora e Diretora Editorial do PatchNexo, gamer apaixonada por RPGs, MMORPGs e novas descobertas. Une sua experiência em comunicação digital, SEO e tecnologia ao jornalismo de games.
